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Mostrando postagens de novembro, 2025

ATÉ QUANDO VAMOS EMPURRAR OS PROBLEMAS COM A BARRIGA (II)?

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No artigo (I), foi abordada a 1ª. questão relacionada a perda de tempo e a forma com os gestores públicos brasileiros preferem postergar e tomar medidas paliativas na resolução de problemas ao invés de solucioná-los de forma definitiva, relativa à  Armadilha de Crescimento Baixo  que o Brasil enfrenta a mais de duas décadas. Nesse artigo, será abordada uma 2ª. questão, o enorme DÉFICIT DA PREVIDÊNCIA SOCIAL sem perspectiva de solução. Atualmente, temos cerca de 103 milhões de pessoas trabalhando, um recorde, no entanto, somente 45% com carteira assinada, 15% sem carteira assinada e 40% na informalidade. Do lado positivo, são 40 milhões de trabalhadores registrados, a massa salarial é cerca de R$ 355 bilhões de reais com rendimento médio de R$ 3.502. O desemprego está em 5,6%, correspondente a 6,1 milhões de pessoas, marcas históricas mínimas. Do lado negativo, 55% de quem trabalha contribui pouco ou quase nada para a previdência social. Para piorar a situação, os encargos soci...

ATÉ QUANDO VAMOS EMPURRAR OS PROBLEMAS COM A BARRIGA (I)?

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  (*) Balian Como dizem os filósofos, um item precioso que não conseguimos recuperar é o tempo, fator incontestável da realidade brasileira. Entra governo, sai governo, seja municipal, estadual ou federal, tem sido mais fácil postergar, tomar decisões paliativas, do que resolver as mazelas do subdesenvolvimento nacional a décadas. Admiro a França, um país que em pouco mais de um ano trocou seis 1º. Ministros, fundamentalmente, devido a divergências quanto ao Orçamento e Previdência Social. Algo inimaginável no Brasil, onde “tudo acaba em pizza”, vide última CPI, a do INSS. Destaco duas questões, nos artigos do Blog: A 1ª. primeira - ARMADILHA DE CRESCIMENTO BAIXO - Na reunião de novembro/25, o COPOM manteve corretamente a taxa de Selic em 15% ao ano, e deu a entender que por um “período prolongado”, com tudo mais ou menos constante, não mudará seu valor, que perfaz taxa de juros real de mais de 10% ao ano. Um mal terrível para a economia, pois projeta crescimento pífio do P...